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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Into the Wild


Na Natureza Selvagem ( Into the wild) foi sem dúvida um dos melhores filmes que já assisti (bom, acho que devo dizer isso pra todos que posto aqui, mas é verdade, juro!). E é claro que eu tava louca para ver por causa da trilha sonora, que foi toda elaborada por ninguém menos que meu ídolo Eddie Veder, vocalista do Pearl Jam, minha banda favorita.

Realmente a trilha sonora é perfeita, casa totalmente com o filme, impossível imaginar o filme sem as músicas e as músicas sem o filme, apesar de todas as canções irem bem em qualquer lugar.

O fato do filme tratar de uma história real também me motivou, pois acho filmes de histórias reais produções tão dificeis, e valorizo muito quando conseguem contar a história de forma emocionante. Faz com que nos sintamos mais perto dos personagens só de saber que o que está sendo relatado já aconteceu com alguém de verdade. Talvez nem tanto daquela forma, mas alguém já viveu aquilo tão intensamente que entrou para a história. E o Chris, personagem que deu vida ao filme, fez o que muitos de nós sentimos vontade de fazer pelo menos uma vez na vida, mandar todo mundo para o espaço, se desligar desta vida material, das amarras, horários, obrigações, e ir embora atrás de um sonho, viver num mundo onde não precise mais do que respirar, se alimentar. Onde o dinheiro não é necessário, e podemos ser livres.

Ele teve a coragem de doar sua poupança de anos no valor de US$ 24 mil para caridade, rasgou seus documentos e cartões, não levou nenhum dinheiro consigo, apenas seguiu o sonho de chegar até o Alasca. Neste percurso houve muitos encontros que marcaram sua vida.

Vale a pena em qualquer ocasião! Não vejo a hora de assistir de novo, e olha que destesto ficar repetindo filme.

Beijos, blues e bluesssssssss

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Amo tirinhas!!!!!!!!!!!!




Oi, gente
Hoje só passei para compartilhar com vocês minha paixão por tirinhas. As meninas aqui do trabalho já sabem que quando surge uma risada do nada de manhã, certamente estou lendo as tirinhas. Não sei bem como começou, mas lembro-me bem uma época em que eu colecionava essas historinhas de jornal. Eu tinha uns 17 anos e assinava a Folha de S.Paulo. A primeira coisa que lia ( e ainda continua sendo, hehe) eram as tirinhas, e recortava as que gostava e colocava tudo em uma pasta.
Tudo ia muito bem até que um belo dia minha mãe decidiu fazer uma faxina daquelas e jogou tudo fora.
Fiquei super triste, parei de colecionar desde então, mas nunca deixei de ler.
Esses três são meus favoritos, o Hägar em especial, não sei bem porquê. Acho que ele é meio que o retrato dos homens e da família de uma forma geral. Acho ele simpático, engraçado e um tanto bobinho, e adorei lê-lo em alemão nas aulas que eu fazia.
A Mafalda já é mais um anão com discurso político dentro de uma garotinha, que arranca várias risadas e reflexões. O Garfield é mais para curtir mesmo, sem grandes pretenções políticas ou de cotidiano. Quem não tem um bicho preguiçoso desses em casa?
Há outros cartunistas que também gosto e respeito, aos pouco posto alguns aqui. Dos brasileiros gosto do Adão Iturrusgarai que faz a Aline e Rocky e Hudson, publicado na Folha de S.Paulo.
Por hoje divirtam-se com essas três, beijos, bye bye

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Scorpions encerra turnê internacional em Ribeirão Preto


Em 1965 na Alemanha Ocidental, os irmãos e guitarristas Michael Schenker e Rudolf Schenker decidem montar uma banda com os amigos Klaus Meine (como vocalista), Lothar Heimberg (no baixo) e Wolfgang Dziony (na bateria). Esse foi o comecinho da banda Scorpions, que só conseguiu gravar sua primeira fita demo e lançar seu primeiro álbum em 1972, quando a banda se lançou oficialmente no show business.

Após passar por reformulações e troca de integrantes, em 1976 a banda gravou o LP Virgin Killer, que se tornou um clássico na carreira do grupo e o consagrou no cenário do rock mundial.
Em 36 anos de carreira, já venderam mais de 75 milhões de cópias e dia 14 de setembro, a partir das 22h os fãs da banda poderão conferir de perto o estrondoso sucesso do Scorpions no Taiwan de Ribeirão Preto.
Segundo a ZKR Assessoria de Eventos, responsável pela vinda do Scorpions a Ribeirão Preto, antes do início da divulgação, há dez dias atrás, já haviam sidos vendidos quase metade dos ingressos. “Acreditamos que se esgotem antes do dia 10 de setembro”, comenta José Luis Ribas um dos organizadores. Segundo ele, o maior desafio está no investimento que está sendo feito e na preparação estrutural do local do evento. “A nossa idéia é colocar Ribeirão Preto no circuito dos grandes eventos nacionais e internacionais. A cidade cada vez mais, está se estruturando nesse sentido”, completa ele.
O show
Divulgação A apresentação em Ribeirão será um show "electroacústico" onde haverá uma parte unplugged, nos moldes do DVD Acoustica gravado em Portugal em 2001 e a outra parte será plugado, nos moldes tradicionais, agradando assim a todos os gostos e idades. Além disso, o haverá participações especiais como a do guitarrista Andreas Kisser da banda Sepultura e outras atrações ainda não reveladas pela organização.


Quer ver a banda alemã dia 14/9 no Taiwan? Então anota aí:
Preços:
R$ 140 pista

R$ 180 pista open bar

R$ 290 camarote VIP

R$ 350 cadeiras open bar
Consulte mesas para 6 pessoas.

Informações 16 3322 4184 ou 16 9188 8447 .
Oiii, mais uma do trabalho pra cá. Esta matéria foi publicada originalmente há 10 minutos atrás no Ribeirão Preto Online. Será o primeiro show de grande porte internacional da cidade, e as expectativas estão grandes. O som dos caras é muito bom. Quem tiver afim de ir não demora para comprar não, senão depois sobram os ingressos mais caros. Mas para quem é fã, vale a pena qualquer preço.
Beijos, bom show para quem for

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Debate morno e açucarado

1º debate entre candidatos a prefeitura foi morno

O 1º debate dos candidatos a prefeitura de Ribeirão Preto foi morno. Com início às 22h na TV Clube, o debate aconteceu no Centro Universitário Moura Lacerda.
No primeiro e no segundo bloco do programa, os candidatos perguntavam entre si, com réplica e tréplica. De maneira geral, o debate foi morno e açucarado, cada candidato se limitou a perguntar e responder sem criar muito caso com o oponente. Apenas nas tréplicas haviam algumas acusações.
Um dos momentos mais intrigantes foi quando o candidato pelo PSOL, Rubens Chioratto, indagou ao prefeito Welson Gasparini (PSDB) sobre a dívida que a prefeitura pegou em seu mandado, alegando que o valor dela nunca foi divulgado e porque a gasta-se tanto nas compras com os fornecedores. O prefeito se alterou diversas vezes ao ser questionado sobre o valor da dívida, e no fim das contas acabou não falando o valor novamente.
Outra questão que tirou o atual prefeito do sério foi quando a deputada Dárcy Vera comentou que a prefeitura se gaba de lançar a 3ª etapa do Distrito Industrial, mas na verdade só há uma empresa construída no local até hoje. Gasparini se alterou novamente. Ele disse ter ficado muito chateado com o comentário pois há várias empresas sendo construídas no Distrito Empresarial.
Feres Sabino falou sobre o presidente Lula e as ações do PT na prefeitura, Rafael Silva mostrou propostas para a Saúde e Daniel Lobo falou da importância de criar centros de lazer visando o bem-estar da população.
Ao final, jornalistas fizeram perguntas aos candidatos relativas a saúde, segurança, meio ambiente e planos de governos dos candidatos em geral.


Publicada originalmente em www.ribeiraopretoonline.com.br, em Política , foi minha impressão do primeiro debate na TV. Ainda falta pouco mais de um mês para as eleições municipais e acredito ainda que a chapa vai esquentar.
Quem me impressionou no debate foi Rubens Chioratto, chamado por todos de Rubinho, mostrou uma desenvoltura sem igual, senso de humor e habilidade com as palavras. Dárcy estava discreta e bem mais candidata, Rafael Silva super simpaticão, o Gaspa se alterou mas tentou manter a linha no "fala fala e não diz nada", Feres Sabino parece um tio defensor do PT e Daniel Lobo é meio atrapalhado com as palavras, conseguiu responder devendo tempo ao debate e me parece tímido.

Façam suas apostas. Ei teminha chato, prometo escrever outro post mais interessante da próxima vez, hehehehe
beijos, blues e bye!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

O hino da minha faculdade - Mr. Jones

Esses dias me deu uma saudade danada da época da faculdade. Talvez seja porque andei encontrando um pessoal da turma no show de blues. E também porque às vezes fico contando algumas histórias paras meninas do site, pro pessoal da academia, e já viu né, bate aquela vontade danada de voltar pra facul e fazer tudo de novo.

Pra mim foi tudo muito bom, o curso em si foi muito puxado, aprendi bastante, os amigos que fiz são inesquecíveis, e algumas são minhas amigonas do peito até hoje e pra sempre. As festinhas improvisadas nas repúblicas, o cartão diário que picávamos no Quinta Esquina, Casa Pueblo, Copo Sujo, Nosso Bar entre outros, os grupos de estudos para as provas de Filosofia, os churrascos regados a muito rock e blues ( só jornalistas fazem isso, hehe), as catuabas e os forrós, as canecas de chopp do Gaulês, os bate-papos na biblioteca, e para fechar com chave-de-ouro foi na facul que conheci o amor da minha vida, meu maridão. OBS. Te amo!!!

Mas toda esta nostalgia é para lembrar o hino que me acompanhou o curso todo. Gostávamos muito da música Mr. Jones, e de alguma forma ela tocava em qualquer evento que eu estava. A primeira vez foi a mais marcante, quando fomos para a Semana Estado de Jornalismo, no Estadão. Fomos e voltamos cantando esta música no ônibus.

Além disso, ela tocava em qualquer balada, festinha de república, no rádio, nas aberturas de qualquer coisa que acontecia lá, enfim, parecia novela, essa música surgia do nada e ficava embalando os acontecimentos. Claro que eu amo a música e ela ficou marcada. Hoje divido com vocês um clipe dela, que marcou uma geração: a minha.

Beijos, até a próxima